POLÍTICA

Pacheco confirma pré-candidatura ao governo de MG

BRASÍLIA (DF) - Presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, o deputado federal por Passos, Rodrigo Pacheco (MDB), confirmou nesta quarta-feira (31), que pretende disputar o governo de Minas Gerais nas próximas eleições. O parlamentar declarou que almeja buscar a união de forças representativas da sociedade civil para o resgate de Minas em face do que ocorre no atual governo. Pacheco, que recebeu convite de muitos partidos para se lançar na disputa, reiterou o desejo de fazê-lo pelo MDB sem, no entanto, deixar de se sentir honrado com os convites que vem recebendo. Mais uma vez, o deputado repeliu a hipótese de sua futura candidatura ser vinculada a algum padrinho político.
"Eu tenho uma decisão, nesse momento, um propósito muito sincero da disputa ao governo do estado de Minas Gerais. Isso decorre, de fato, da minha biografia, do que de certo modo eu desempenhei nesse meu curto tempo na política, nesse meu primeiro mandato de deputado federal. Inclusive, à frente da Comissão de Constituição e Justiça", avaliou.
Pacheco entende que os mineiros e os municípios onde eles vivem vêm enfrentando inúmeras dificuldades com a ineficiência apresentada pela atuação gestão do PT no governo de Minas. Pacheco defende a ideia de apresentar à sociedade um projeto inovador de governo, com princípios calcados na ética e na eficiência administrativa, sem inchaço da máquina pública, com menos secretarias, e com inovações que não recaiam na velha fórmula de aumentar os impostos para inflar a arrecadação. "É retomar o protagonismo de Minas Gerais que se perdeu ao longo do tempo, infelizmente".
O senhor figura no cenário como pré-candidato ao governo do estado. E tudo isso gira em torno também da sua permanência ou não no MDB. Como está isso agora? O senhor realmente já decidiu se o senhor vai deixar o partido?
- Rodrigo Pacheco: Tenho uma decisão, nesse momento, um propósito muito sincero da disputa ao governo do estado de Minas Gerais. Isso decorre, de fato, da minha biografia, do que de certo modo eu desempenhei nesse meu curto tempo na política, nesse meu primeiro mandato de deputado federal. Inclusive, à frente da Comissão de Constituição e Justiça. O meu partido é o PMDB, hoje MDB. Há um apelo muito grande da base do partido, de prefeitos, vereadores, de lideranças para que haja uma candidatura própria do partido. Eu mantenho viva essa discussão no âmbito do MDB para que haja essa candidatura própria do partido. Eu recebi convites de outros partidos, especialmente, o convite mais formal feito pelo Democratas (DEM), para que eu me filie e dispute o governo pelo Democratas. Tudo isso será avaliado no decorrer do mês de março. Mas eu digo que, independentemente de filiação partidária, nosso propósito na política, hoje, é de uma reconstrução das bases da política de Minas Gerais, da política nacional, com apelo popular, com a discussão com a sociedade e, sobretudo, sem apadrinhamento político, sem que haja realmente donos de candidaturas, ou pessoas que queiram ser protagonistas além da conta. Nós temos que ter uma soma de esforços, soma de pessoas com propósito comum de resgatar os valores do estado, de fazer crescer o estado de Minas Gerais e dar oportunidade para todos os mineiros ter uma vida melhor.
O senhor disse que pretende ter uma candidatura que não tenha padrinhos políticos, mas é evidente que o Democratas tem aqui em Minas uma proximidade histórica com o senador Aécio Neves e com o campo do senador Aécio Neves, onde também hoje existe a pré-candidatura do ex-deputado e ex-presidente da Assembleia Dinis Pinheiro. O senhor está em negociação com o campo do senador Aécio Neves, mesmo não querendo uma candidatura sem apadrinhamento?
- Rodrigo Pacheco: De fato é um propósito de candidatura sem apadrinhamento político. Repito, (será) uma soma de esforços de pessoas que se equivalem dentro de um cenário, que é o de uma política diferente que as pessoas querem. Há um mundo fora da política de pessoas que, hoje, infelizmente não se interessam por política em razão do que se transformou a política nacional. Naturalmente que a conversa com os partidos políticos deve acontecer, porque não se faz campanha sem aliança de partidos políticos, mas todos nessa mesma lógica, de que a política mudou, de que não há mais aquela fórmula de fazer política com cessão de cargos, de espaços além da conta. Nós temos que ter uma gestão enxuta, nós temos que ter planejamento de gestão para recuperar as finanças do estado. Então, francamente, eu estou em diálogo pleno com todos aqueles que se colocam dentro desse propósito de oposição ao atual governo do estado, reconhecendo e compreendendo que o atual governo não consegue cumprir suas obrigações básicas. Nós precisamos apresentar um projeto novo, diferente e de solução para os problemas do estado. Talvez essa unidade possa nascer a partir desse diálogo com todas as pessoas que tenham essa mesma compreensão, de que é preciso apresentar um projeto diferente do que está aí.
Existe alguma possibilidade de o senhor compor chapa com o (ex-deputado) Dinis Pinheiro?
- Rodrigo Pacheco: Claro que há essa possibilidade. Eu acho que esse é um diálogo que tem que ser aberto, até porque o ex-deputado Dinis Pinheiro tem a sua história como parlamentar, como ex-presidente da Assembleia (Legislativa de Minas Gerais). Tem um apelo muito grande no interior do estado, muitos prefeitos gostam dele. Ele está filiado a um partido político do qual eu busco apoio também, que é o Partido Progressista (PP). Então esse diálogo com o (ex-) deputado Dinis Pinheiro existe, como deve existir também com o ex-prefeito Marcio Lacerda, que também é um pré-candidato. Porque há algo que, de fato, une todos esses personagens, que é realmente o reconhecimento de que o estado, da forma como está, não pode repetir um mandato do Partido dos Trabalhadores (PT), em Minas Gerais. Então, isso talvez una o propósito de apresentar uma solução para o estado. Esse diálogo é sempre bom que seja de maneira transparente, muito sincero, e com uma única intransigência, é que nós não podemos fazer aquela política que sempre foi feita, no estado e no Brasil de um modo geral, que é aquela política do inchaço da máquina (pública) para abarcar todos os apadrinhados políticos, todos os filiados de partidos políticos. Nós temos que ter realmente o propósito de enxugar a máquina pública, de fazer crescer o estado de Minas Gerais, e que a arrecadação seja compatível com as despesas do estado.
O senhor aceitaria, por exemplo, compor chapa como vice com o Dinis Pinheiro? Ou, se o senhor sair do MDB, vai ser para viabilizar a sua candidatura como cabeça de chapa?
- Rodrigo Pacheco: A minha intenção é disputar a eleição de governo do estado fazendo as composições necessárias com aqueles que tenham esse entendimento de uma política diferente. Eu acredito muito nesse senso do ex-deputado Dinis Pinheiro. A referência (a ele) foi feita não ao Democratas, mas em relação ao PSDB, onde há realmente muitos membros que apoiam o (ex-) deputado Dinis Pinheiro, isso é absolutamente natural. O que nós temos que fazer é conversar e chegar a um denominador comum, de uma construção, de uma solução para os problemas de Minas Gerais, e apresentar isso para a população. Algo novo, algo que nunca se viu, algo inovador, algo criativo, mas que não transija com o aspecto muito relevante, que eu acabei de dizer, que o estado não comporta tudo que tem sido feito com ele ao longo desse tempo todo. Então é preciso apresentar um projeto realmente planejado de gestão do estado e pautado naquilo que as pessoas mais reclamam hoje, que é na ética, na honestidade, e fazer uma política diferente de tudo o que já se viu até hoje.
O senhor citou conversas com outros dois pré-candidatos que também são do campo de oposição ao governador Fernando Pimentel, o ex-deputado Dinis Pinheiro e o ex-prefeito (de Belo Horizonte) Marcio Lacerda. Seria melhor uma candidatura única da oposição em Minas, para enfrentar talvez em pé de igualdade o governador Fernando Pimentel. Ou a estratégia seria, por exemplo, ter candidaturas pulverizadas de oposição na tentativa de forçar um segundo turno? E, em forçando o segundo turno, as forças de oposição se unirem? Qual é o melhor cenário?
- Rodrigo Pacheco: Sinceramente, não sei qual seria o melhor cenário, sob o ponto de vista de estratégia. Talvez eu não seja a pessoa mais recomendável para dizer a respeito disso porque eu estou há três anos na política. Eu não sou um professor de estratégia em matéria de política, se (é melhor) uma candidatura única do campo da oposição, se (é melhor) uma divisão das candidaturas. Eu falo por mim, a minha intenção é, realmente, unir o máximo de pessoas que tenham a ciência de que esse novo projeto que nós estamos apresentando para Minas Gerais é diferente do que já se viu até hoje. (Apresentamos algo) que é novo, que tem o compromisso de enxugamento de secretarias, diminuição de cargos comissionados. Fazer crescer o estado através de fatos geradores tributários e, não, de aumento de base de cálculo, ou de alíquotas de impostos, ou seja, aumento da carga tributária. Fazer crescer com produção, gerando renda, gerando emprego, gerando um ambiente de otimismo e de esperança em Minas Gerais que, infelizmente, foi para "o brejo", porque as pessoas, hoje, estão desesperançosas com a política em nosso estado, em razão de tudo que está se vendo: atraso de salários de funcionários, o não pagamento de 13º, o não repasse de aquilo que é constitucional e sagrado para os municípios, onde vivem as pessoas, que é a parcela do ICMS, do IPVA que pertencem aos municípios. O não repasse do dinheiro do transporte escolar, do Fundeb, dos recursos da saúde. As pessoas vivem nos municípios e, às vezes, pequenos, cuja falta desses recursos, de repasses por parte do estado, torna a vida dessas pessoas um caos. Então nós temos que ter, realmente, a consciência de que não é possível mais fazer promessas, não é possível mais transigir com o malfeito. É apresentar um projeto planejado, cujas ações têm que ser avaliadas não no momento em que são empreendidas, mas daqui a um ano, daqui a dois anos, daqui a dez anos, o que elas vão refletir na vida dos mineiros e das mineiras. Então é fazer algo planejado, apresentar isso à sociedade. E a sociedade de Minas Gerais decidirá qual o melhor modelo. É o modelo que está aí, atualmente? Ou é esse modelo novo apresentado por essas pessoas que se juntam dentro desse propósito de retomar o protagonismo do estado de Minas Gerais que se perdeu ao longo do tempo, infelizmente.
Deputado, o discurso do senhor vai contra o que prega uma ala do MDB que defende que o partido continue fazendo chapa com o PT e tentar a reeleição do governador Fernando Pimentel. Como o senhor está trabalhando para tentar convencer essa ala do seu partido a apoiar o seu projeto e, diante disso, o senhor se deu um prazo para conseguir isso e tomar uma decisão em relação onde o senhor vai ficar?
- Rodrigo Pacheco: Essa ala do partido do MDB, que eu respeito porque são meus colegas de partido, tem a exata noção do que é esse governo e dos problemas que esse governo tem enfrentado. E essa ala do partido também tem a exata noção do que é o tamanho do partido em relação a isso, e da possibilidade de o partido ser protagonista com a candidatura própria. Então, eles próprios farão essa reflexão e, em algum momento, reconhecerão isso. Obviamente que há a questão de conveniência eleitoral, com uma chapa (considerada) melhor para a reeleição de deputados. Eu respeito isso, faz parte, inclusive do entendimento político. Mas eu ainda tenho muita esperança que as pessoas possam ter consciência de que nós precisamos mudar Minas Gerais. Que nós temos que ter coragem para mudar Minas Gerais e fazer com que as pessoas tenham esperança numa política melhor no nosso estado. É para isso que eu estou na política, para isso que, há três anos atrás, eu deixei a minha vida privada como advogado, como militante da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), para me dedicar à vida pública, ao meu mandato de deputado federal e, agora, a esse propósito de ser governador de Minas Gerais. Eu acredito muito na consciência e na sã consciência desses meus companheiros de partido no sentido de uma candidatura própria do MDB.
Deputado, amanhã está marcada uma reunião na qual a pauta vai ser (discutida) a expulsão do secretário Sávio Souza Cruz. Como que está isso dentro do partido? Se essa reunião vai acontecer mesmo...?
- Rodrigo Pacheco: Eu tenho acompanhado pouco essa questão. Houve um requerimento de membros do partido, da ala do MDB Afro, do MDB Mulher, pela expulsão do secretário e deputado (estadual) Sávio Souza Cruz, cuja decisão é tomada pela Executiva Nacional (do MDB), por uma comissão específica em relação a isso. Talvez o meu papel, até pelo meu perfil conciliador, de diálogo, seja o de colocar água nessa fervura para evitar esse tipo de problema que, às vezes, nesse momento, pode contaminar o ambiente de construção dentro do partido. Porque eu ainda acredito que o próprio deputado Sávio Souza Cruz, com a inteligência que tem, possa reconhecer que o MDB tem que ser protagonista e tem que apresentar um modelo diferente do que está aí no governo do PT.
Isso é indicativo de que há uma ala mais forte do MDB que quer a candidatura própria?
- Rodrigo Pacheco: Eu não tenho dúvida alguma que a maioria do partido, leia-se prefeitos, vereadores e líderes políticos. Nós temos 168 prefeitos, 1.080 vereadores, eu posso considerar que mais de 80% dessa base deseja a candidatura própria. E muitos deputados também desejam a candidatura própria. Então, eu não tenho dúvida que a lógica, o bom senso recomendam essa candidatura própria do partido, Então, até o fim, nós vamos lutar por essa chama, por essa vontade genuína da base do partido por uma candidatura própria do MDB. E eu me coloco à disposição para ser o candidato.
O senhor teme que a sua proximidade com o senador Aécio Neves possa prejudicá-lo na eleição?
- Rodrigo Pacheco: Depende, se essa proximidade for criada, ela não vai colar porque, na verdade, a minha vida pública, de três anos, demonstra isso. Nas campanhas que disputei: uma para deputado, e uma para prefeito de Belo Horizonte, eu nunca tive padrinho político. Sempre me posicionei de maneira independente, de maneira sempre muito imparcial nas decisões que tomei. Inclusive, como presidente da Comissão de Constituição e Justiça (da Câmara dos Deputados), e busco construir uma candidatura que tenha forças políticas do meu lado, porque isso é essencial para ganhar eleição, mas que tenha como pauta base e principal a sociedade civil. As pessoas que querem uma mudança da política e, refletir esse anseio de mudança, através da nossa candidatura. É essa a minha intenção. O senador Aécio Neves é um eleitor mineiro importante porque é um senador da República, tem uma história, inclusive, no seu governo de estado, que foi um governo de muito progresso no estado de Minas Gerais. E ele haverá de responder na seara própria do Poder Judiciário os problemas que têm enfrentado. E a questão do senador Aécio Neves também se resume a uma questão de partido, o PSDB que haverá de decidir qual o espaço que terá dentro de uma composição de candidatura, como (candidato) a governador, como (candidato) a vice-governador, como espaço de (candidato a) senador. Então, eu estou muito tranquilo em relação a isso porque há uma premissa absolutamente sincera, verdadeira, que a nossa candidatura não terá padrinho político. Será, sim, uma soma de esforços dentro de um propósito comum de salvar o estado.
O senhor aceitaria o apoio dele? Vale a máxima de que apoio a gente não escolhe, a gente recebe?
- Rodrigo Pacheco: Apoio a gente tem que ter de todos os cidadãos mineiros. Se todos aqueles agentes políticos que queiram nos apoiar, nós vamos receber o apoio, até porque o senador integra um partido que é importante para o projeto, que é um partido que tem inúmeros deputados de muita qualidade. Há 138 prefeitos, se não me engano, do PSDB, cujo apoio nós precisamos para poder vencer as eleições. Mas todos, absolutamente cientes, de que o nosso eventual governo será pautado no enxugamento da máquina pública e sem aquelas práticas viciadas que sempre pautaram a política nacional no Brasil. Então, tendo essa compreensão, nós receberemos todos os apoios para a nossa candidatura para o governo do estado.
Uma opinião do senhor sobre esses desdobramentos em relação à situação do ex-presidente Lula. E como o senhor acredita que isso pode interferir na eleição estadual?
- Rodrigo Pacheco: É uma questão jurídica que tem reflexo político verdadeiro, que retira o (ex-) presidente Lula da candidatura. Isso tem um efeito cascata nos estados. Não há dúvida alguma disso. Eu tenho muita prudência, por ser advogado, de não me permitir fazer comentários muito severos em relação a questões jurídicas e judiciais. O caso do (ex-) presidente Lula é uma questão jurídica, é um processo criminal que ele enfrentou, que um juiz o condenou, que um tribunal confirmou a sua condenação, mas vejo muitas pessoas elogiando a decisão, ou criticando a decisão, sem o conhecimento de causa sobre a existência ou não provas no processo. O que eu tenho que fazer é confiar no Poder Judiciário do meu país, na Justiça Federal do meu país, porque o juiz federal Sérgio Moro de debruçou sobre essa causa e o condenou. E o Tribunal Regional Federal da 4ª Região, que também eu não tenho motivos para ter dúvidas sobre a idoneidade, a isenção e a imparcialidade desse tribunal, confirmou essa condenação com o aumento de pena. Eu, como cidadão, me resumo a isso, a uma avaliação e respeito a uma decisão judicial, como sempre fiz na minha vida. Mas isso tem um reflexo político natural, que é realmente a retirada do (ex-) presidente Lula do cenário político, em razão da Lei da Ficha Limpa, que impedirá o registro de sua candidatura.
Assessoria de imprensa do deputado

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